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dc.contributor.authorNHAPULO, MACHADO SANSÃO-
dc.date.accessioned2024-11-14T12:26:42Z-
dc.date.available2024-11-14T12:26:42Z-
dc.date.issued2009-06-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/453-
dc.description.abstractPara uma melhor compreensão do estudo feito, trazemos ao lume o caso “Catarina” o qual vai testemunhar que a união de facto, na verdade, não protege a unidade familiar: Em 2003 Catarina, mulher moçambicana, de 30 anos de idade, vivia em união de facto há doze anos. A decisão de coabitar foi resultado de uma gravidez que também a afastou dos estudos. O seu companheiro, desempregado, prometeu e garantiu a ela e à família que se casaria logo que as condições financeiras o favorecessem. Ela viajava por vezes de comboio durante longas horas para a África do Sul, a fim de trazer de lá pequenas quantidades de produtos alimentares para revender.pt_PT
dc.language.isootherpt_PT
dc.publisherUniversidade Politecnicapt_PT
dc.titleA UNIÃO DE FACTO E SEUS EFEITOS NA LEI E SOCIEDADE MOÇAMBICANASpt_PT
dc.typeThesispt_PT
Appears in Collections:Ciencias Juridicas

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