Capa do livroO comboio que andava de chinelos

 
 

O escritor moçambicano, Pedro Pereira Lopes, lançou, a 31 de Outubro, em Maputo, o livro infanto-juvenil “O comboio que andava de chinelos”, vencedor do concurso literário "Maria Odete de Jesus” (CLMOJ), edição 2016, promovido pela Direcção das Bibliotecas da Universidade Politécnica.
O lançamento desta obra surge, no âmbito do memorando de entendimento, celebrado recentemente entre a maior universidade privada do País e a Escola Portuguesa de Moçambique (EPM), que visa a edição e publicação dos livros literários infanto-juvenis, resultantes do CLMOJ.
Segundo a Prof.ª Doutora Rosânia da Silva, Pró-Reitora para a Área de Pós-Graduação, Investigação Científica, Extensão Universitária e Cooperação da Universidade Politécnica, o apoio ao lançamento da obra, enquadra-se nas actividades preconizadas na relação de parceria com a EPM e tem por objectivo incutir o gosto pela leitura nas crianças, adolescentes e jovens.

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DSC 2654Universidade Politécnica abre as portas aos finalistas do nível médio

 
 

Com vista a contribuir para uma escolha consciente das áreas de formação, a Universidade Politécnica abriu na quarta-feira, 30 de Outubro, as suas portas aos estudantes do nível médio (pré-universitário e técnico-profissional), aos quais apresentou os cursos que lecciona, bem como os perfis e as saídas profissionais dos graduados.
Trata-se de estudantes provenientes do Instituto Médio Politécnico (IMEP), Instituto Técnico de Moçambique (ITM), Escola Técnica Padre Prosperino Gallipoli (ETPPG-UGC), Escola Secundária da Machava-Sede, Escola Secundária das Acácias (ESDA) e Liceu Alvorada, que tiveram, igualmente, a oportunidade de conhecer as instalações da Universidade Politécnica e as actividades desenvolvidas nas áreas de pesquisa, investigação e extensão universitária.

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Luis Aguiar administrador do BCIIX Jornadas Direito Bancário

 
 

A Universidade Politécnica reuniu, na quarta-feira, 23 de Outubro, em Maputo, os estudantes, particularmente dos cursos de Gestão Financeira e Bancária, Administração e Gestão de Empresas e de Ciências Jurídicas, parceiros, docentes e especialistas, na IX edição das jornadas de Direito Bancário, durante a qual foram debatidos os aspectos legais e práticos associados às actividades dos sectores económico e financeiro.
Organizado em parceria com o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), o evento consistiu na apresentação e discussão de dois painéis, sendo, o primeiro, dedicado a um estudo que incidiu sobre um “Projecto de Financiamento de uma Empresa” e outro sobre a “Protecção de Dados Pessoais no Direito Bancário Moçambicano”.

Pretende-se com estas jornadas científicas proporcionar uma oportunidade para a discussão aberta e partilha de conhecimentos sobre temas actuais e pertinentes, no campo do Direito Bancário e das actividades económicas e financeiras, criando uma espaço de interação entre estudantes, docentes e especialistas.
A propósito, o Director Adjunto Científico e Pedagógico da Escola Superior de Gestão, Ciências e Tecnologias (ESGCT), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, Mestre Alberto Razul, referiu que as Jornadas Científicas realizam-se anualmente com o intuito de fazer o aproveitamento das pesquisas dos estudantes, que estão a preparar os seus trabalhos de fim do curso, sendo, igualmente, uma forma de ensaio sobre como os referidos trabalhos serão apresentados.
“Esta acção faz parte das actividades extracurriculares da universidade, que servem de complemento aos conhecimentos adquiridos pelos estudantes, para a sua formação geral, não somente na componente profissional, mas também na vertente humana, nomeadamente na actividade futura, no seu relacionamento com os colegas e com a sociedade em geral”, frisou o Mestre Alberto Razul, acrescentando que, em breve, serão, também promovidas outras jornadas envolvendo conhecimentos das áreas de engenharias e ciências sociais.
Ao proceder o encerramento da IX edição das jornadas de Direito Bancário, o Dr. Luís Aguiar, administrador do BCI, referiu-se ao epicentro do evento que ficou evidenciado, através das apresentações, questionamentos e comentários que enriqueceram sobremaneira os presentes.
Houve, conforme enfatizou o Dr. Luís Aguiar, várias intervenções qualitativamente muito interessantes. No que diz respeito ao financiamento às empresas, explicou que mal seria dos bancos se fossem relutantes em conceder créditos, pois a actividade bancária é muito simples: atrair a confiança dos depósitos para poder emprestar dinheiro, com bom risco.
“O que acontece hoje é que a actividade dos bancos é altamente regulamentada. Os bancos têm que gerir um conjunto amplo de riscos, a saber de crédito, incumprimento, financeiro, liquidez, cambial, taxa de juro e operacional”, indicou.
Em relação ao segundo painel, o Dr. Luís Aguiar disse que os participantes saíram do evento com o sentido claro de que o património de cada um não se esgota na dimensão material, uma vez que existe também um património informacional, permanentemente, manuseado por terceiras entidades.
“Sendo a banca moçambicana também uma depositária desse património tem de assumir uma responsabilidade acrescida no tratamento dessa informação”, concluiu.