Arrancam cursos de mestrado em Gestão de Empresas e Saúde Pública

O Instituto Superior de Altos Estudos e Negócios (ISAEN), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, procedeu, sexta-feira, 21 de Outubro, à abertura da 18ª edição do curso de Mestrado em Gestão de Empresas, e da 3ª edição do Mestrado em Saúde Pública e Medicina Tropical.

O Mestrado em Gestão de Empresas é leccionado em parceria com o Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa (Portugal). O curso afigura-se como um espaço de aprendizagem e reflexão para os estudantes, de modo a que aprofundem os seus conhecimentos nos campos da gestão empresarial, contextualizada na realidade moçambicana e internacional.

Já o Mestrado em Saúde Pública e Medicina Tropical visa reforçar, renovar e ampliar as competências profissionais na área da saúde, em particular nas vertentes de saúde pública e medicina tropical. O curso é de carácter profissionalizante, o que significa que será privilegiada a componente prática, através de aulas laboratoriais e visitas de estudo a instituições ligadas à saúde.

Os graduados de Saúde Pública e Medicina Tropical estarão preparados para intervir directamente na área de saúde, dinamizar acções e programas de saúde, assim como para lidar com doenças tropicais (endémicas e não endémicas).

Sobre este curso, em particular, o reitor da Universidade Politécnica, Narciso Matos, referiu-se à sua importância, na medida em que “temos cursos de licenciatura em Enfermagem em Tete, Quelimane e Nacala, o que significa que este mestrado constitui uma oportunidade para estes profissionais poderem dar continuidade aos seus estudos”.

Num outro desenvolvimento, Narciso Matos instou os estudantes de ambos os cursos a esforçarem-se no sentido de concluírem a parte curricular e fazerem a dissertação no tempo previsto.

“Tem-se observado a dificuldade de fazer a dissertação, depois de concluída a parte curricular. Por isso, queria alertar para a importância de começarem a construir, desde o primeiro dia, a capacidade de escrever uma dissertação para que, no fim, não se torne um bicho de sete cabeças. Quem não fizer isso, naturalmente, vai ter dificuldades em concluir o mestrado”, apelou o reitor.

Ainda sobre este aspecto, a directora do ISAEN, Irene Mendes, instou aos docentes de Metodologia de Investigação Científica a privilegiarem a componente prática, durante as aulas.

“Não nos devemos contentar apenas com teorias e conceitos. Estes devem ser associados à sua aplicabilidade. É importante que as dissertações sejam feitas com base nas orientações para a escrita de trabalhos académicos em vigor na Universidade Politécnica”, disse.

 

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